GRUPO DE ESTUDOS MAURÍCIO



~ Sábado, Outubro 27, 2007
 
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~ Quarta-feira, Setembro 13, 2006
 
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~ Sábado, Junho 03, 2006
 
Novo método reposiciona os maxilares e alivia dores que atingem todo o corpo

Toda vez que uma pessoa mastiga, sorri, fala ou faz qualquer atividade com a boca, a articulação têmporo-mandibular (ATM) entra em ação através da complexa cadeia de músculos da face. A ATM permite que a mandíbula se movimente para qualquer lado e efetue a mastigação, triturando os alimentos de forma a torná-los menores para que a digestão aconteça. Quando isto não ocorre, podem aparecer dores de cabeça, dores e zumbidos no ouvido, estalos e dificuldades na abertura da boca, bruxismo e cansaço muscular. A reação e a intensidade da dor existe em função da integração nervosa, dentro do sistema nervoso central, sendo o diagnóstico correto fundamental em todos os casos.

Visando aliviar as dores persistentes e debilitantes que acometem a cabeça, no pescoço e na coluna foi criado um novo método de correção e encaixe das arcadas dentárias e de reposiconamento da mandíbula. A técnica foi apresentada, esta semana, para médicos, dentistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas cearenses pelo Dr. Arnaldo Scarlati, especialista em Disfunção de ATM e Dor Orofacial e Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM), durante reunião científica do grupo de estudo IVO-Ceará (Instituto Vitae Omniscientia), na sede da Academia Cearense de Odontologia.

Dr. Scarlati é responsável pelo desenvolvimento do Protocolo AAS1RFA, cujo objetivo é reabilitar e proporcionar o equilíbrio do sistema estomatognático antes de ser realizada qualquer outra intervenção. O sistema é formado por 27 ossos que podem produzir disfunções em cadeia devido ao mau posicionamento da mandíbula e da cabeça. ¿As funções do sistema são vitais para o organismo de adultos e crianças¿, ressalta Scarlati que preside o comitê paulista da Associação Ibero-americana de Ortodontistas (AIO) e é diretor científico da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (Regional Butantã). O especialista também atua como assistente do serviço de ATM da disciplina de Prótese Fixa da Faculdade de Odontologia da USP, além de integrar o setor de Ortopedia Funcional dos Maxilares do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional dos Hospital Nove de Julho.

TRATAMENTO - A técnica promove o equilíbrio da cadeia de ossos, mediante o uso de aparelhos ortopédicos de acrílico (removíveis), que servem de apoio para o trabalho de fisioterapia facial. Os aparelhos - que não devem ser confundidos com ortodônticos - devem ser usados durante todo o dia, por um período médio de quatro meses.

Eles não utilizam força para arrastar os ossos para o local desejado - como fazem os ortodônticos. A função dos aparelhos é afastar a musculatura e estimular a mandíbula para funcionar na posição correta. "São usados estímulos ao invés de forças ativas empregadas pela Ortodontia", explica Arnaldo Scarlati.

REAÇÃO EM CADEIA - A mandíbula tem a articulação mais importante do corpo humano. O mau funcionamento pode interferir em todos os sistemas controlados pelo cérebro. A postura é o início e o fim de todo movimento. Se a postura estiver errada, todo movimento também estará, afirma o especialista.

A reação em cadeia provoca dificuldades de mastigação e respiração, produzindo dores por todo o corpo. Para entender o mecanismo desse tipo de dor, Dr. Scarlati ressalta ser a má articulação da mandíbula a principal causa das dores de cabeça. ¿Quando a mandíbula não funciona bem, a informação dolorosa é levada pelo nervo trigêmeo até a região sensitiva do cérebro. O sofrimento causado pela dor deprime e prejudica a ação da formação reticular, que controla reflexos (respiração e postura). Antes de alcançar o cérebro, a informação dolorosa mistura-se aos dados do trigêmeo, sendo a sensação amplificada e debilitante¿, observa.

Notícia enviada pela colega Maria de Fátima, do IVO-Ceará
Mais informações na Academia Cearense de Odontologia: (85) 272.7776.
~ Segunda-feira, Maio 23, 2005
 
FOTOS DO CURSO TEÓRICO-LABORATORIAL DE REABILITAÇÃO DINÂMICA E FUNCIONAL DOS MAXILARES.
Ministrado por Humberto Soliva na SOBRACOM 21,22 e 23 de maio de 2005.


~ Quarta-feira, Maio 04, 2005
 
Mapeamento de Trigger Points na musculatura de cabeça, pescoço e face em pacientes com a Síndrome do Respirador Bucal.
Juliana Swytka Ghen
Fisioterapeuta graduada pela FEEVALE
Pós Graduação em Terapia Manual e Postural.
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~ Quinta-feira, Outubro 28, 2004
 
Extração dentária compromete a memória, diz estudo

Quando o dentista extrai um dente, ele pode estar tirando também parte da memória do paciente, revelou um estudo sueco que será apresentado em Estocolmo nesta sexta-feira.
"Os dentes parecem ter uma importância enorme para a nossa memória", disse Jan Bergdahl, dentista que é professor associado da faculdade de Psicologia da Universidade de Umeaa, no norte da Suécia, um dos autores do estudo.

Para este estudo, parte de uma pesquisa mais ampla sobre a memória chamada Betulastudien, os pesquisadores acompanharam 1962 pessoas com idades entre 35 e 90 anos desde 1988, comparando a memória daqueles que tinham todos dentes e os que os extraíram e passaram a usar dentaduras. "As pessoas que não tinham dentes tiveram sua memória claramente afetada em comparação com aqueles que tinham", disse Bergdahl.

Recentes estudos japoneses feitos com ratos mostraram a relação entre os dentes e a memória, mas de acordo com Bergdahl, este é o primeiro estudo em larga escala em humanos que claramente estabelece uma relação entre os dois pontos.

A pesquisa sueca ainda precisa revelar o impacto da extração de um único dente na memória humana e Bergdahl disse que "em seguida, planejamos ver quantos dentes uma pessoa precisa perder antes que afete sua memória. Nós também vamos investigar como a decadência do dente afeta a perda da memória e que influência têm os implantes dentários".

Ele insistiu, no entanto, que não espera que estudos futuros revelem que os implantes melhoram a memória. "Eu não acho que seja provável. Testes em animais mostraram que a extração de dentes rompe nervos contectados ao cérebro", disse Bergdahl, afirmando que o estudo sueco poderá mudar dramaticamente o cuidado futuro com os dentes dos idosos. "Devemos pensar duas vezes antes de arrancar dentes que apresentam problemas", afirmou.

~ Sexta-feira, Outubro 22, 2004
 
Hábito de respirar pela boca pode levar à queda de até 30% na performance física


O que a cabeça tem a ver com os pés? Tudo. E não só com os pés, mas com todo o corpo. O inofensivo hábito de respirar pela boca, por exemplo, pode levar à queda de até 30% na performance física. Isto porque diminui a oxigenação do sangue e, assim, a capacidade aeróbica, contribuindo para as lesões musculares, além de provocar ou agravar a asma, dar sonolência ou agitação. Também muda a estrutura do céu da boca, da arcada dentária e da musculatura da face, que no conjunto correspondem às disfunções da articulação têmporo-madibular (ATM). São alterações que acabam por interferir decisivamente na postura do indivíduo.

O craque Ronaldinho quase deixou o futebol, aos 15 anos, em decorrência de um problema dentário. Ao se esforçarem mais para manter o mesmo rendimento dos colegas, atletas ou pessoas dedicadas a algum esporte que respiram pela boca chegam a induzir a asma. Estudos na área da Odontologia já demonstram que os atletas que respiram pela boca apresentam performance 21% inferior em relação aos que respiram pelo nariz.

Como as crianças e nem os pais têm idéia das conseqüências do hábito de respirar pela boca, e até não identificam o problema, uma equipe multidisciplinar iniciou um estudo pioneiro com 300 crianças, de 8 a 14 anos, da Escola de Futebol Leão, do Clube Fortaleza. Ao longo de três meses, uma equipe do projeto Respire Bem e Viva Melhor¿, formada por dentista, pneumologista, fisioterapeuta e fonoaudióloga, irá avaliar a postura e o desempenho dos alunos. Identificados os problemas, serão indicados os tratamentos.

As crianças que respiram pela boca acabam respirando mais rápido que as demais, se expondo mais às impurezas do ar. É que, ao longo de bilhões de anos, o sistema respiratório humano foi se adaptando para proteger o organismo destas impurezas, mantendo o equilíbrio das trocas gasosas com o meio externo.

O nariz aquece, umidifica e limpa o ar que respiramos, o que não acontece quando o ar entra pela boca. Em conseqüência, as amígdalas e adenóides e todo o trato respiratório ficam irritados, abrindo caminho para crises de asma, bronquite, rinites, otites de repetição, resfriados freqüentes, sono agitado, explica a pneumologista Valéria Góes.

Se o hábito de respirar pela boca não for identificado nos primeiros anos de vida, a criança altera e compromete o padrão do corpo como um todo. De acordo com a dentista e coordenadora do projeto, Fátima Moura, o céu da boca se estreita, os lábios ficam entreabertos de forma a deixar a musculatura da face flácida, aumentando a incidência de cáries. Também são verificados problemas de deglutição dos alimentos, sendo comum a preferência pelos líquidos e pastosos ao invés do alimento sólido.

Numa reação em cadeia, até o posicionamento da língua se altera, prejudicando a fala e levando a uma mudança no posicionamento da mandíbula. Favorece a postura de crianças com ombros caídos, retificação da coluna cervical (o pescoço fica esticado para frente) e o diafragma fica com o tônus aumentado. Isso desorganiza e desestrutura a postura, favorecendo os desequilíbrios. Sendo assim, o atleta ou qualquer pessoa que pratica uma atividade física, como karatê ou ginástica, costuma se machucar com maior facilidade.

Dra. Fátima Moura recomenda observar as crianças que não dormem bem, são muito agitadas ou sonolentas, apresentam sobrepeso ou abaixo do peso, ou seja, os extremos. A prática de esportes requer cuidados num contexto como este, pois a oxigenação deficiente leva a estafa muscular rapidamente.

Segundo a dentista, as escolas e academias precisam estar mais atentas às pessoas que respiram pela boca, até para melhorar o seu rendimento físico e ajudar a resolver um problema que afeta várias funções do organismo. Do contrário, como os sintomas são diversos, a raiz do problema acaba sendo identificada, com muito custo, por médicos de diferentes especialidades.

Este é o papel de uma especialidade que, aos poucos, vem ganhando espaço: a Odontologia Desportiva. A área envolve equipes multidisciplinares. A tarefa dos especialistas é identificar até que ponto o tipo de material usado na restauração de um dente do atleta pode se partir, levando em conta o grau do impacto da atividade física.

Como identificar

Pessoa que apresenta sonolência diurna
Quem ronca, baba ou dorme de boca aberta
Quem sempre está com a boca entreaberta
Não tem resistência para correr
Criança irritada ou quieta demais
Desempenho físico diferente dos colegas
Infecções freqüentes (resfriados) e presença de catarro.

Notícia publicada no Diário do Nordeste de 5 de setembro de 2004.
Enviado por fatima moura (mfatimamoura@yahoo.com.br)
~ Segunda-feira, Junho 28, 2004
 
Um tipo de ultrassonografia em 3D é capaz de ter imagens perfeitas dentro do útero, conseguiram ver um feto sorrindo, chorando,chupando o dedo bocejando....Imaginem o que podemos aprender com essas imagens!!!!!!! CLIC AQUI
~ Terça-feira, Março 09, 2004
 
ARTIGO DO DR. GOLDOFIM SOBRE APNÉIA E RONCO.CLIC AQUI
~ Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004
 
artigo sobre modelos gnatostáticos.clic.aqui
~ Quarta-feira, Dezembro 03, 2003
 
Pesquisadores comprovam que mamadeiras e chupetas provocam o desmame precoce. Na dúvida, o peito é sempre o melhor

Daniela Guima
da equipe do Correio Braziliense, 28/10/01

São dez os passos para garantir o sucesso do aleitamento materno. O nono é explícito: ''não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas ao seio''. O aviso é divulgado há mais de duas décadas. Mesmo assim, o uso desses produtos é bastante comum e chega a ser visto, por alguns, como sinônimo de saúde. Mas não é. ''Mamadeiras e chupetas são responsáveis pelo desmame precoce dos bebês. Isso é perigoso em qualquer idade, mas, especialmente, até os 6 meses de vida'', adverte a coordenadora do Programa de Aleitamento do Ministério da Saúde, Ana Goretti Maranhão.

O Ministério da Saúde divulgou, este mês, o resultado da primeira pesquisa sobre a incidência de crianças que usam mamadeiras e chupetas no Brasil.
Na Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno, técnicos investigaram 48.845 crianças em 26 capitais do país. O Distrito Federal foi a unidade da federeção com menor uso de mamadeiras - 48,5% - e ficou em nono lugar entre as capitais que menos usam chupetas - com 47,4%. A média brasileira do uso de mamadeiras é de 62,8%, enquanto que de chupetas é de 52,9%. ''É um número bastante alto'', avalia Goretti.

A preocupação justifica-se. O epidemiologista e perito em nutrição da Organização Mundial de Saúde (OMS) César Victora dirigiu uma pesquisa na Universidade Federal de Pelotas (RS) e comprovou o perigo das mamadeiras.


''Ao substituir o aleitamento materno por outros alimentos em mamadeiras, os bebês correm 14 vezes mais risco de morrer do que os que são amamentados''
Isso porque eles deixam de receber a defesa natural do leite materno e ficam mais expostos às bactérias que se acumulam na mamadeira (confira os principais problemas no quadro). As chupetas também são arriscadas. Que o diga a professora de Educação Física de 31 anos Senilda da Silva. No dia nove de agosto deste ano, ela teve seu primeiro filho num parto prematuro de oito meses. Pedro Henrique nasceu com 2,060 quilos e logo pegou chupeta e tomou leite materno em uma chuquinha (mamadeira pequena).

Resultado: nove dias depois de ter nascido, Pedro Henrique não havia engordado (ao contrário, estava com 50 gramas a menos), passou a mamar errado, perdeu peso e rachou o bico de um dos seios da mãe. A coordenadora do Banco de Leite do Hospital Regional de Taguatinga, Sônia Salviano, recebeu o caso e deu um ultimato à mãe: ''Escolha entre dar chupeta ou dar o peito''. Mesmo com dores quase insuportáveis, Senilda tirou a chupeta do filho e continuou a amamentá-lo até que ele reaprendesse a sugar corretamente. ''Ainda bem que pude corrigir o erro a tempo.'' Hoje, Pedro está com 3 meses, mama sempre e pesa 4,5 quilos. ''Vale ressaltar que o uso de chupetas e mamadeiras não é culpa exclusiva dos pais'', explica Ana Goretti. Segundo ela, muitos profissionais de saúde mal-informados prescrevem o uso de mamadeiras e chupetas diante de qualquer dificuldade. ''Infelizmente, muitas mães preferem usar mamadeiras do que dar o peito. Não sabem o mal que fazem'', diz Goretti. A médica diz que um dos grandes erros é dar chupeta para acalmar os bebês. ''O que acalma a criança são os cuidados e o carinho com que as mães os tratam.''

Abaixo as chupetas

As mamães que não amamentam, mas recebem doações de leite humano, devem estar se perguntando como alimentar os bebês. Os especialistas garantem: é perfeitamente possível dar leite a essas crianças com colheres e copinhos. As mães que tiverem dúvidas podem buscar apoio em um dos nove bancos de leite da cidade.

A amamentação não traz benefícios somente para a saúde das crianças. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) mostra que quanto mais os pequenos são amamentados exclusivamente com leite materno, menores são as chances deles usarem chupetas durante a infância. O estudo é resultado da tese de mestrado da coordenadora do curso de especialização em Odontologia da USP, Cristina Zardetto. Segundo ela, ficaram longe da chupeta cerca de 80% das 61 crianças de 3 a 5 anos analisadas que consumiram apenas o leite da mãe até o primeiro mês de vida. Isso significa que elas saciaram a vontade natural de sucção apenas com a amamentação. ''Com isso, ficaram livres de problemas de mastigação, deglutição, fala e até respiração, comum em crianças que usam chupetas'', diz a pesquisadora. Outra conclusão importante do estudo é que as chupetas anatômicas - mais adaptáveis ao formato da boca - não são tão inofensivas como muitos pais pensam. O mesmo percentual de crianças que usaram o produto convencional e anatômico - 50% do total de ambos - tiveram alteração no espaço entre os dentes de cima e o de baixo. A alteração acabou causando dificuldades de fala e mastigação.

Normas de comercialização

Para regulamentar o uso de chupetas e mamadeiras no Brasil, existe a Norma Brasileira para Comercialização de Alimentos para Lactentes (NBCAL).

Esse código é um dos mais rigorosos do mundo e sua nova versão deve ser publicada como portaria do Ministério da Saúde dentro de um mês. Sua antiga edição - de 1998 - trazia artigos de difícil compreensão e pouco práticos.

Por esse motivo, todos as entidades interessadas na elaboração do documento (governo, organizações ligadas à amamentação e indústrias de produtos para lactentes) reuniram-se durante todo o ano de 2000 para discutir e reelaborar cada um dos pontos da norma. ''Foi um grande sucesso, pois tivemos um consenso. A norma existe para proteger o direito da criança, mas ela precisava dessa modificação para que pudesse ser melhor cumprida e vigiada'', explica Ana Goretti, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde.

O PERIGO DAS MAMADEIRAS

São facilmente contaminadas por bactérias, por serem difíceis de lavar. Especialmente na área entre o bico e a garrafa, em que essas duas partes são atarrachadas. Em bebês de até 6 meses, o uso de mamadeiras com água, chá ou suco pode causar enormes danos à saúde. Esses alimentos substituem o leite materno e fazem com que a criança deixe de receber todas as defesas naturais passadas de mãe para filho durante a amamentação.

DAS CHUPETAS

Assim como as mamadeiras, as chupetas são um perigoso foco de infecção pelo acúmulo de bactérias. Também podem levar a diarréia, desidratação e morte nos bebês. Pode causar a chamada Confusão de Mamilo. O termo técnico trata da dificuldade que a criança tem de mamar quando usa chupeta. Com isso, o bebê desaprende a mamar causando três problemas:

1) ao mamar errado, o bebê machuca o seio da mãe e forma rachaduras nos bicos;

2) a mãe passa a produzir menos leite;

3) o bebê mama menos, perde peso e fica mais fraco. Alteram os arcos dentais e a musculatura facial da criança.

Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC
www.aleitamento.med.br


 
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